O Floripa Tbm Samba aconteceu no último sábado, 11 de julho, e entregou tudo o que prometeu. A Arena Floripa lotou. Todos os artistas se entregaram do começo ao fim. E a chuva, que ameaçou durante parte do evento, não foi suficiente pra tirar a energia de um público que estava ali pra viver aquele momento.

O festival marcou a primeira edição de um evento de pagode em grande escala em Florianópolis. E a resposta da cidade deixou claro que a Ilha da Magia tinha fome desse tipo de experiência.

Quem estava lá sabe: foi daqueles eventos que ficam na memória.

A sequência que funcionou do começo ao fim

A ordem dos shows foi pensada pra manter a energia crescendo — e funcionou. Rodriguinho abriu a tarde com o peso de quem carrega décadas de pagode nas costas. Repertório que atravessa gerações, público cantando cada verso. Foi a abertura perfeita.

Ferrugem subiu na sequência e fez o que faz de melhor: emocionou. Os hinos românticos que todo mundo conhece ganharam outra dimensão ao vivo, com a Arena inteira acompanhando de coro.

Dilsinho trouxe o pagode com identidade própria que consolidou ele como um dos nomes mais completos da cena. Show seguro, carismático e com uma conexão com o público que não se fabrica.

Menos é Mais assumiu o palco no momento de pico e jogou a energia lá em cima. O grupo entregou o show com a intensidade que transformou eles no maior fenômeno do pagode atual. Foi o ponto alto da noite pra muita gente que estava na Arena.

E Vitinho fechou com o romantismo e a paixão que marcam cada apresentação dele. Encerrar um festival com casa lotada não é tarefa fácil — e ele deu conta com sobras.

A chuva que não parou ninguém

Choveu. Mas a chuva deu trégua nos momentos certos e, mesmo quando caiu, não teve força pra esvaziar a Arena. O público ficou. Cantou. Dançou. Se entregou do mesmo jeito.

Quem trabalha com eventos sabe que chuva em festival ao ar livre é sempre uma preocupação. No Floripa Tbm Samba, virou quase um detalhe. A energia dos shows e a disposição do público transformaram o que poderia ser um problema em mais uma camada de intensidade daquela tarde.

Grupo Onda acerta na estreia em Floripa

O festival foi realizado pelo Grupo Onda, produtora responsável por projetos como o Churrasquinho do Menos é Mais. A estreia em Florianópolis veio com estrutura de festival grande, setores bem organizados e uma operação que sustentou cinco shows completos ao longo da tarde e da noite.

A proposta desde o início era consolidar Florianópolis como destino do pagode no Sul do Brasil. O resultado do sábado mostrou que o caminho está aberto. Arena lotada, setores esgotados antes mesmo do dia do evento e um público que respondeu à altura do line-up.

O Floripa Tbm Samba chegou com a estrutura de quem veio pra ficar.

O Luis Pagodinsta esteve lá

O Luis Pagodinsta marcou presença na Arena Floripa e registrou bastidores, entrevistas e momentos exclusivos do festival. Os primeiros cortes já estão disponíveis no Instagram do Luis Pagodinsta, com trechos das apresentações e conversas com os artistas.

O vídeo completo do Floripa Tbm Samba será publicado em breve no canal do Pagodinsta no YouTube, com a cobertura integral do evento.

Por que o Floripa Tbm Samba importa pra cena

Festivais de pagode com cinco atrações nacionais desse porte são comuns em São Paulo, Rio e Belo Horizonte. No Sul, esse formato era praticamente inexistente. O Floripa Tbm Samba quebrou essa barreira.

E não quebrou de qualquer jeito. Lotou. Virada de lote no meio da semana e uma Arena que encheu de um público que sabia cada letra de cada artista.

Florianópolis provou que tem público, tem estrutura e tem vontade. Se a primeira edição já veio com esse resultado, o recado pro mercado de eventos é direto: o Sul quer mais.

Conclusão

O Floripa Tbm Samba entregou uma tarde que Florianópolis não vai esquecer. Cinco artistas que definem o pagode brasileiro, uma Arena lotada, chuva que não atrapalhou e uma energia que só quem estava lá consegue descrever. O Grupo Onda acertou na aposta e a Ilha da Magia ganhou um festival à altura do que merece. Agora é esperar pelas próximas edições — porque depois de um sábado assim, a pergunta já mudou. Não é mais se Floripa também samba. É quando vai ser o próximo.